THE GRABBYS EUROPE: THE HOTEL CHRONICLES CAPÍTULO 2
GRABBYS EUROPE: AS CRÓNICAS DO HOTEL
Comer nos Grabbys nunca foi uma opção. Especialmente quando se é passivo. É preciso manter o corpo pronto porque nunca se sabe quando é que a próxima colaboração vai aparecer.
Mas não te preocupes, o prazer é servido de outras formas.
Eu estava a relaxar na piscina à tarde, depois de uma manhã cheia de sexo. E então conheci-o, Marco Rush.
Conheci-o noutra altura e noutro lugar. Íamos filmar uma vez, mas ele cancelou na altura - estava numa relação tóxica. Ele pensou que eu me ia lembrar. Que eu ficaria zangado. Mas quando ele veio dizer olá e pedir desculpa... nem sequer me lembrei.
O alívio é sexy. Tal como o perdão.
Ele sabia exatamente o que esperar de mim: sexo com uma pila de 20 cm e paciência.
E, felizmente para ambos, ele já estava pronto para trabalhar.
Penetrei-o suavemente, profundamente e sem resistência.
Foder o Marco foi uma mistura de risos, conversas malandras e momentos em que lhe agarrei na cara e lhe sussurrei coisas. Certifiquei-me de que ele me estava a observar. Eu queria uma ligação. E consegui-o.
Continuei, mudando de posição, beijando-o a meio da investida.
O Marco não é apenas uma foda - é uma experiência. Ele dá prazer com intenção. Fala com as mãos, com as ancas, com os olhos.
E sim, foi uma colaboração, como muitas outras durante os Grabbys.
Mas isso é que é estar lá: não se fode a estrela do momento, não se persegue a pila maior.
Vamos atrás do gajo que nos faz sentir mais do que satisfeitos.
E o Marco? Ele deu-me tudo isso. E ainda mais.